ANTILACT: O Suplemento Para os Intolerantes à Lactose

O grau de intolerância, ou a severidade de sintomas de cada pessoa varia imenso, e muitos só desenvolvem problemas digestivos quando atingem a idade adulta.
07.09.2016

A intolerância ao leite e aos produtos lácteos ocorre nos indivíduos que possuem níveis insuficientes da enzima lactase, responsável por digerir a lactose, o tipo de açúcar presente no leite. A lactose representa cerca de 5% do leite de vaca habitualmente comercializado.

Intolerância à lactose não é a mesma coisa que alergia ao leite. A intolerância à lactose ocorre por uma falha enzimática e nada tem a ver os processos alérgicos de quem tem alergia a alimentos.

A lactose é um dissacarídeo, uma molécula de açúcar grande, formada pela fusão de dois açúcares simples: a glicose e a galactose. O nosso organismo não consegue absorver moléculas grandes de açúcar, por isso, nosso sistema digestivo possui enzimas especiais, que quebram açucares complexos em açucares simples (monossacarídeos), permitindo sua absorção nos intestinos.

 

A lactase é uma dessas enzimas, sendo produzida no intestino delgado. Sua ação consiste especificamente em quebrar a lactose em glicose e galactose, permitindo que os intestinos consigam absorver os açúcares presentes no leite.

 

Quando os níveis de lactase são insuficientes, a lactose não é digerida no intestino delgado e chega em grande quantidade ao cólon, porção do intestino rica em bactérias. Várias bactérias do nosso intestino grosso são capazes de fermentar a lactose, um processo que resulta na produção de gases de hidrogênio e ácidos. Além disso, a lactose é uma substância altamente osmótica, que “puxa” água e sais minerais da parede do cólon, aumentando o volume das fezes.

A deficiência de lactase pode ser primária, ou seja, o indivíduo já nasce com propensão a tê-la; ou secundária, quando a intolerância à lactose é adquirida ao longo da vida, devido a algum problema intestinal.

A quantidade de lactase produzida no intestino delgado costuma ser elevada durante os primeiros anos de vida, mas vai reduzindo-se conforme a dieta se torna mais variada, menos dependente de leite e derivados. Em algumas etnias, como os asiáticos, uma leve a moderada intolerância à lactose costuma surgir a partir dos 5 anos de idade. Em afro-descendentes e latinos, a redução nos níveis de lactase costuma surgir ao redor dos 10 anos. Nos caucasianos (brancos) esta redução costuma só aparecer após a adolescência.

É importante destacar que nem toda redução na produção de lactase leva a sintomas de intolerância à lactose. Muitas vezes, a quantidade de lactase está reduzida, mas ainda é suficiente para não causar uma grande aporte de lactose para o cólon. Conforme o indivíduo envelhece, a produção de lactase vai se tornando cada vez menor, ao ponto da intolerância à lactose ser extremamente comum na população mais velha, principalmente em negros, latinos e asiáticos.

Raramente, a intolerância à lactose pode já estar presente nos primeiros meses de vida, devido a um defeito genético que faz com que o paciente não produza quantidade alguma de lactase. O bebé é intolerante ao leite materno, que naturalmente costuma ter mais lactose que o leite de vaca, e precisa ser alimentado com fórmulas especiais sem lactose.

Os sinais e sintomas da intolerância à lactose geralmente começam entre 30 minutos a 2 horas depois de comer ou beber alimentos que contenham lactose.

Os sintomas mais comuns incluem diarreia, cólicas abdominais, flatulência e abdómen distendido. Nos adolescentes, náuseas e vómitos também são comuns. A fermentação da lactose pelas bactérias produz ácidos, o que torna as fezes mais ácidas e pode causar irritação (assaduras) na região anal.

A gravidade dos sintomas de intolerância à lactose varia de pessoa para pessoa. Esta variabilidade depende da quantidade de lactose presente na dieta e do grau de insuficiência da enzima lactase de cada indivíduo. Pequenas quantidades de lactose podem causar fortes sintomas em pessoas com deficiência grave de lactase, mas apenas leves ou nenhum sintoma em pessoas com deficiência leve a moderada.

Com atenção a estes indivíduos intolerantes à lactose a Biotech USA desenvolveu o produto AntiLact:

Perspetiva geral:

  • Com várias aplicações: em cápsulas ou em pó
  • ajuda a digestão natural
  • contém a enzima láctase
  • com uma combinação de fibra de inulina e bifidobacterium

Recomendamos cápsula AntiLact:

  • Mesmo que seja uma pessoa saudável ou sofra de intolerância à lactose.
  • Se consumir alimentos com lactose regularmente.
  • Para prevenir problemas ao consumir produtos com teor de lactose.
  • Apropriado para crianças (abrir as cápsulas e aplicar o pó) como para adultos.

----------

José Quinta
www.bodyperfect.pt



O que melhorarias neste artigo?




O conteúdo podia ser...





Cancelar

GOSTAS DESTE ARTIGO?